Antioxidantes

PUBLISHED ON APR 16, 16047

Os antioxidantes são nutrientes específicos que estabilizam os radicais livres, evitando a oxidação excessiva e combatendo seus efeitos prejudiciais. Os antioxidantes protegem o organismo da ação prejudicial dos radicais livres. Alguns deles são produzidos por nosso próprio corpo - como as vitaminas C, E e o beta-caroteno - e outros são ingeridos. Uma substância é classificada como antioxidante quando é capaz de impedir a ação dos radicais livres presentes em nosso organismo. Reza a lenda que podemos contar com a ajuda dos antioxidantes para prolongarmos a juventude e mantermos a saúde em dia.

Os radicais livres não são totalmente prejudiciais. O problema é sempre o mesmo, sobretudo nessa área dos transtornos alimentares: o excesso. Eles são produzidos, em quantidades moderadas e atuam combatendo as bactérias e vírus presentes em nosso corpo. Nosso próprio metabolismo produz inúmeras substâncias para neutralizá-los. Mas, localizando o problema mais uma vez, trata-se da excessiva produção, que os tornam prejudiciais. Eles passam a causar problemas às células saudáveis e, com isso, aumentam o risco para o desenvolvimento de câncer, doenças do coração e para o envelhecimento precoce.

Uma parte do oxigênio que respiramos se transforma em radicais livres, que estão ligados a processos degenerativos como o câncer e o envelhecimento. Os radicais livres tem um papel importante atuando no combate às inflamações, combatendo bactérias, e controlando o tônus dos “músculos lisos”.

O organismo humano não produz vitaminas, portanto, elas têm que ser obtidas pela dieta. A quantidade mínima de vitaminas necessárias na dieta, a dose ideal, que tem efeito antioxidante, ainda não foi determinada com precisão.

Os radicais livres estão envolvidos na causa ou agravamento de alguns males: envelhecimento das células, doença de Parkinson, mal de Alzheimer e outras demências, câncer, derrames cerebrais, AIDS, endometriose, catarata, aterosclerose, lupus eritematoso, esclerose múltipla, diabetes, alergias, depressão, esquizofrenia, tensão pré-menstrual, dentre outras.

O conhecimento sobre a eficácia dos antioxidantes e dos radicais livres está ligado à medicina ortomolecular, que há quem considere como a medicina dos novos tempos, e que teria surgido para congregar médicos de todas as especialidades, utilizando todos os recursos disponíveis para alcançar um objetivo maior